terça-feira, 19 de outubro de 2010

Personalidade Patológica



"O que são os transtornos de personalidade?
Os transtornos de personalidade afetam todas as áreas de influência da personalidade de um indivíduo, o modo como ele vê o mundo, a maneira como expressa as emoções, o comportamento social. Caracteriza um estilo pessoal de vida mal adaptado, inflexível e prejudicial a si próprio e/ou aos conviventes. Essas características, no entanto apesar de necessárias não são suficientes para identificação dos transtornos de personalidade, pois são muito vagas. A maneira mais clara como a classificação deste problema vem sendo tratada é através da subdivisão em tipos de personalidade patológica. Ao nosso ver, esta forma é bastante adequada, pois se verifica na prática manifestações diversas e até opostas para o mesmo problema. O leitor entenderá melhor a necessidade da subdivisão dos transtornos de personalidade lendo os textos abaixo.

Generalidades
Para se falar de personalidade é preciso entender o que vem a ser um traço de personalidade. O traço é um aspecto do comportamento duradouro da pessoa; é a sua tendência à sociabilidade ou ao isolamento; à desconfiança ou à confiança nos outros. Um exemplo: lavar as mãos é um hábito, a higiene é um traço, pois implica em manter-se limpo regularmente escovando os dentes, tomando banho, trocando as roupas, etc. Pode-se dizer que a higiene é um traço da personalidade de uma pessoa depois que os hábitos de limpeza se arraigaram. O comportamento final de uma pessoa é o resultado de todos os seus traços de personalidade. O que diferencia uma pessoa da outra é a amplitude e intensidade com que cada traço é vivido.
Por convenção, o diagnóstico só deve ser dado a adultos, ou no final da adolescência, pois a personalidade só está completa nessa época, na maioria das vezes. Os diagnósticos de distúrbios de conduta na adolescência e pré-adolescência são outros.

Transtorno de Personalidade Anti-Social

Como se caracteriza ?
Caracteriza-se pelo padrão social de comportamento irresponsável, explorador e insensível constatado pela ausência de remorsos. Essas pessoas não se ajustam às leis do Estado simplesmente por não quererem, riem-se delas, freqüentemente têm problemas legais e criminais por isso. Mesmo assim não se ajustam. Freqüentemente manipulam os outros em proveito próprio, dificilmente mantêm um emprego ou um casamento por muito tempo.

Aspectos essenciais
Insensibilidade aos sentimentos alheios

  • Atitude aberta de desrespeito por normas, regras e obrigações sociais de forma persistente.
  • Estabelece relacionamentos com facilidade, principalmente quando é do seu interesse, mas dificilmente é capaz de mantê-los.
  • Baixa tolerância à frustração e facilmente explode em atitudes agressivas e violentas.
  • Incapacidade de assumir a culpa do que fez de errado, ou de aprender com as punições.
  • Tendência a culpar os outros ou defender-se com raciocínios lógicos, porém improváveis.

Transtorno de Personalidade Borderline (Limítrofe)

Como se caracteriza ?
Caracteriza-se por um padrão de relacionamento emocional intenso, porém confuso e desorganizado. A instabilidade das emoções é o traço marcante deste transtorno, que se apresenta por flutuações rápidas e variações no estado de humor de um momento para outro sem justificativa real. Essas pessoas reconhecem sua labilidade emocional, mas para tentar encobri-la justificam-nas geralmente com argumentos implausíveis. Seu comportamento impulsivo freqüentemente é autodestrutivo. Estes pacientes não possuem claramente uma identidade de si mesmos, com um projeto de vida ou uma escala de valores duradoura, até mesmo quanto à própria sexualidade. A instabilidade é tão intensa que acaba incomodando o próprio paciente que em dados momentos rejeita a si mesmo, por isso a insatisfação pessoal é constante.

Aspectos essenciais

  • Padrão de relacionamento instável variando rapidamente entre ter um grande apreço por certa pessoa para logo depois desprezá-la.
  • Comportamento impulsivo principalmente quanto a gastos financeiros, sexual, abuso de substâncias psicoativas, pequenos furtos, dirigir irresponsavelmente.
  • Rápida variação das emoções, passando de um estado de irritação para angustiado e depois para depressão (não necessariamente nesta ordem).
  • Sentimento de raiva freqüente e falta de controle desses sentimentos chegando a lutas corporais.
  • Comportamento suicida ou auto-mutilante.
  • Sentimentos persistentes de vazio e tédio.
  • Dúvidas a respeito de si mesmo, de sua identidade como pessoa, de seu comportamento sexual, de sua carreira profissional.

Transtorno de Personalidade Paranóide

Como se caracteriza ?
Caracteriza-se pela tendência à desconfiança de estar sendo explorado, passado para trás ou traído, mesmo que não haja motivos razoáveis para pensar assim. A expressividade afetiva é restrita e modulada, sendo considerado por muitos como um indivíduo frio. A hostilidade, irritabilidade e ansiedade são sentimentos freqüentes entre os paranóide. O paranóide dificilmente ri de si mesmo ou de seus defeitos, ao contrário ofende-se intensamente, geralmente por toda a vida quando alguém lhe aponta algum defeito.

Aspectos essenciais

  • Excessiva sensibilidade em ser desprezado.
  • Tendência a guardar rancores recusando-se a perdoar insultos, injúrias ou injustiças cometidas.
  • Interpretações errôneas de atitudes neutras ou amistosas de outras pessoas, tendo respostas hostis ou desdenhosas. Tendência a distorcer e interpretar maléficamente os atos dos outros.
  • Combativo e obstinado senso de direitos pessoais em desproporção à situação real.
  • Repetidas suspeitas injustificadas relativas à fidelidade do parceiro conjugal.
  • Tendência a se autovalorizar excessivamente.
  • Preocupações com fofocas, intrigas e conspirações infundadas a partir dos acontecimentos circundantes.

Transtorno de Personalidade Dependente

Como se caracteriza ?
Caracterizam-se pelo excessivo grau de dependência e confiança nos outros. Estas pessoas precisam de outras para se apoiar emocionalmente e sentirem-se seguras. Permitem que os outros tomem decisões importantes a respeito de si mesmas. Sentem-se desamparadas quando sozinhas. Resignam-se e submetem-se com facilidade, chegando mesmo a tolerar maus tratos pelos outros. Quando postas em situação de comando e decisão essas pessoas não obtêm bons resultados, não superam seus limites.

Aspectos essenciais

  • É incapaz de tomar decisões do dia-a-dia sem uma excessiva quantidade de conselhos ou reafirmações de outras pessoas.
  • Permite que outras pessoas decidam aspectos importantes de sua vida como onde morar, que profissão exercer.
  • Submete suas próprias necessidades aos outros.
  • Evita fazer exigências ainda que em seu direito.
  • Sente-se desamparado quando sozinho, por medos infundados.
  • Medo de ser abandonado por quem possui relacionamento íntimo.
  • Facilmente é ferido por crítica ou desaprovação.

Transtorno de Personalidade Esquizóide

Como se caracteriza ?
Primariamente pela dificuldade de formar relações pessoais ou de expressar as emoções. A indiferença é o aspecto básico, assim como o isolamento e o distanciamento sociais. A fraca expressividade emocional significa que estas pessoas não se perturbam com elogios ou críticas. Aquilo que na maioria das vezes desperta prazer nas pessoas, não diz nada a estas pessoas, como o sucesso no trabalho, no estudo ou uma conquista afetiva (namoro). Esses casos não devem ser confundidos com distimia.

Aspectos essenciais

  • Poucas ou nenhuma atividade produzem prazer.
  • Frieza emocional, afetividade distante.
  • Capacidade limitada de expressar sentimentos calorosos, ternos ou de raiva para como os outros.
  • Indiferença a elogios ou críticas.
  • Pouco interesse em ter relações sexuais.
  • Preferência quase invariável por atividades solitárias.
  • Tendência a voltar para sua vida introspectiva e fantasias pessoais.
  • Falta de amigos íntimos e do interesse de fazer tais amizades.
  • Insensibilidade a normas sociais predominantes como uma atitude respeitosa para com idosos ou àqueles que perderam uma pessoa querida recentemente.

Trantorno de Personalidade Ansiosa (evitação)

Como se caracteriza ?
Caracteriza-se pelo padrão de comportamento inibido e ansioso com auto-estima baixa. É um sujeito hipersensível a críticas e rejeições, apreensivo e desconfiado, com dificuldades sociais. É tímido e sente-se desconfortável em ambientes sociais. Tem medos infundados de agir tolamente perante os outros.

Aspectos essenciais

  • *É facilmente ferido por críticas e desaprovações.
  • Não costuma ter amigos íntimos além dos parentes mais próximos.
  • Só aceita um relacionamento quando tem certeza de que é querido.
  • Evita atividades sociais ou profissionais onde o contato com outras pessoas seja intenso, mesmo que venha a ter benefícios com isso.
  • Experimenta sentimentos de tensão e apreensão enquanto estiver exposto socialmente.
  • Exagera nas dificuldades, nos perigos envolvidos em atividades comuns, porém fora de sua rotina. Por exemplo, cancela encontros sociais porque acha que antes de chegar lá já estará muito cansado.

Transtorno de Personalidade Histriônica

Como se caracteriza ?
Caracteriza-se pela tendência a ser dramático, buscar as atenções para si mesmo, ser um eterno "carente afetivo", comportamento sedutor e manipulador, exibicionista, fútil, exigente e lábil (que muda facilmente de atitude e de emoções).

Aspectos essenciais

  • Busca freqüentemente elogios, aprovações e reafirmações dos outros em relação ao que faz ou pensa.
  • Comportamento e aparência sedutores sexualmente, de forma inadequada.
  • Abertamente preocupada com a aparência e atratividade físicas.
  • Expressa as emoções com exagero inadequado, como ardor excessivo no trato com desconhecidos, acessos de raiva incontrolável, choro convulsivo em situações de pouco importância.
  • Sente-se desconfortável nas situações onde não é o centro das atenções.
  • Suas emoções apesar de intensamente expressadas são superficiais e mudam facilmente.
  • É imediatista, tem baixa tolerância a adiamentos e atrasos.
  • Estilo de conversa superficial e vago, tendo dificuldades de detalhar o que pensa.

Transtorno de Personalidade Obsessiva (anancástica)

Como se caracteriza ?
Tendência ao perfeccionismo, comportamento rigoroso e disciplinado consigo e exigente com os outros. Emocionalmente frio. É uma pessoa formal, intelectualizada, detalhista. Essas pessoas tendem a ser devotadas ao trabalho em detrimento da família e amigos, com quem costuma ser reservado, dominador e inflexível. Dificilmente está satisfeito com seu próprio desempenho, achando que deve melhorar sempre mais. Seu perfeccionismo o faz uma pessoa indecisa e cheia de dúvidas.

Aspectos essenciais

  • O perfeccionismo pode atrapalhar no cumprimento das tarefas, porque muitas vezes detém-se nos detalhes enquanto atrasa o essencial.
  • Insistência em que as pessoas façam as coisas a seu modo ou querer fazer tudo por achar que os outros farão errado.
  • Excessiva devoção ao trabalho em detrimento das atividades de lazer.
  • Expressividade afetiva fria.
  • Comportamento rígido (não se acomoda ao comportamento dos outros) e insistência irracional (teimosia).
  • Excessivo apego a normas sociais em ocasiões de formalidade.
  • Relutância em desfazer-se de objetos por achar que serão úteis algum dia (mesmo sem valor sentimental)
  • Indecisão prejudicando seu próprio trabalho ou estudo.
  • Excessivamente consciencioso e escrupuloso em relação às normas sociais."

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Filosofia da homeopatia

Vou dar uma pincelada,falar um pouco da filosofia homeopática e seus medicamentos, compreendendo melhor o momento da consulta com o seu terapeuta.

Há 200 anos surgia a homeopatia: uma medicina alternativa, menos agressiva do que os outros métodos terapêuticos. Criada pelo médico alemão Samuel Hahnemann, a homeopatia parte do princípio de que o semelhante cura o semelhante.

Homeopatia é uma palavra de origem grega que quer dizer doença semelhante. Em Homeopatia tratam-se as doenças por meio de substâncias que, quando utilizadas numa pessoa sadia, produzem sintomas semelhantes aos da doença a ser tratada. Para a Homeopatia, a doença aparece por conta de um desequilíbrio da energia vital, que é a responsável pelo funcionamento do nosso organismo.
O homeopata não investiga somente os sintomas isolados. Ele procura tratar o paciente como um todo formada de corpo e mente, que sofre a influência do meio externo (social e ambiental). É daí que vem a afirmativa de que "a Homeopatia trata o doente, não a doença" -quer dizer, você é mais importante do que a doença. Os profissionais que atuam na Homeopatia buscam o equilíbrio do organismo -mente e corpo -para uma vida mais saudável.

o objetivo do medicamento homeopático.

O medicamento escolhido é administrado em doses muito diluídas -doses infinitesimais -mas que têm a energia suficiente para restabelecer a energia vital, devido a uma técnica chamada dinamização. Pela dinamização, a energia terapêutica que estava latente na substância bruta é liberada, passando a agir na energia do paciente.
A dinamização permite diminuir os efeitos tóxicos ou agressivos da substância original e aumentar seu potencial curativo.

É por isso que a Homeopatia permite utilizar os princípios curativos de substâncias muito venenosas, sem causar mal ao paciente.

A Homeopatia procura tratar os sintomas apresentados pelo paciente de duas maneiras:
Com um único remédio -Unicismo.
Mais de um remédio-Pluralismo.

No trabalho que desenvolvo como terapeuta homeopata não médica há 04 anos, posso constatar inumeras pessoas beneficiadas pela ciência da Homeopatia.Frequentei o Curso de Extensão Universitária de Homeopatia da Universidade Federal de Viçosa – MG , que tem a durabilidade de 4 anos.Tenho excelentes resultados com meus clientes. Identifico diariamente, opiniões e comentários sobre os benefícios da mesma, nas esferas mental, emocional e física de todos que a utilizam como terapêutica,faço atendimento em pessoas desde a gestação,em bebês,crianças,adultos e idosos.


Filosofia da homeopatia

Vou dar uma pincelada,falar um pouco da filosofia homeopática e seus medicamentos, compreendendo melhor o momento da consulta com o seu terapeuta.

Há 200 anos surgia a homeopatia: uma medicina alternativa, menos agressiva do que os outros métodos terapêuticos. Criada pelo médico alemão Samuel Hahnemann, a homeopatia parte do princípio de que o semelhante cura o semelhante.

Homeopatia é uma palavra de origem grega que quer dizer doença semelhante. Em Homeopatia tratam-se as doenças por meio de substâncias que, quando utilizadas numa pessoa sadia, produzem sintomas semelhantes aos da doença a ser tratada. Para a Homeopatia, a doença aparece por conta de um desequilíbrio da energia vital, que é a responsável pelo funcionamento do nosso organismo.
O homeopata não investiga somente os sintomas isolados. Ele procura tratar o paciente como um todo formada de corpo e mente, que sofre a influência do meio externo (social e ambiental). É daí que vem a afirmativa de que "a Homeopatia trata o doente, não a doença" -quer dizer, você é mais importante do que a doença. Os profissionais que atuam na Homeopatia buscam o equilíbrio do organismo -mente e corpo -para uma vida mais saudável.

o objetivo do medicamento homeopático.

O medicamento escolhido é administrado em doses muito diluídas -doses infinitesimais -mas que têm a energia suficiente para restabelecer a energia vital, devido a uma técnica chamada dinamização. Pela dinamização, a energia terapêutica que estava latente na substância bruta é liberada, passando a agir na energia do paciente.
A dinamização permite diminuir os efeitos tóxicos ou agressivos da substância original e aumentar seu potencial curativo.

É por isso que a Homeopatia permite utilizar os princípios curativos de substâncias muito venenosas, sem causar mal ao paciente.

A Homeopatia procura tratar os sintomas apresentados pelo paciente de duas maneiras:
Com um único remédio -Unicismo.
Mais de um remédio-Pluralismo.

No trabalho que desenvolvo como terapeuta homeopata não médica há 04 anos, posso constatar inumeras pessoas beneficiadas pela ciência da Homeopatia.Frequentei o Curso de Extensão Universitária de Homeopatia da Universidade Federal de Viçosa – MG , que tem a durabilidade de 4 anos.Tenho excelentes resultados com meus clientes. Identifico diariamente, opiniões e comentários sobre os benefícios da mesma, nas esferas mental, emocional e física de todos que a utilizam como terapêutica,faço atendimento em pessoas desde a gestação,em bebês,crianças,adultos e idosos.

Por:Marilene Rodrigues santos Souza.Homeopata

shiatsu

Shiatsu

Shiatsu – é uma massagem japonesa criada em fins da era Meiji (1868), a partir dos recursos de pressão e vibração da técnica japonesa do Anma. A palavra japonesa Shiatsu significa pressão (“Atsu”) com os dedos (“Shi”).

O Shiatsu é uma das ramificações da MTC (Medicina Tradicional Chinesa) ou Medicina Tradicional Oriental que trabalha com pressão com os dedos em cima dos canais de energia do corpo (meridianos), assim equilibrando o fluxo de energia vital (“Ki”); Também atuam neste fluxo energético o Do-in, a Acupuntura, o Anma, o Tui-na, entre outras terapias.

O Shiatsu é extremamente recomendado contra problemas de coluna, estresse, insônia, problemas de deficiência funcional de órgãos, como problemas de rim, problemas com evacuação e até mesmo uma simples queimação do estomago, problemas psicossomáticos como depressão, baixa auto-estima, e uma infinidade de outras coisas.

O Shiatsu não é recomendado para febres, infecções, doenças contagiosas, fraturas, câncer sem tratamento. Deve ser usado criteriosamente nos primeiros três meses de gestação, uma vez que há pontos de pressão (tsubôs) contra-indicados para a gestante.

Como é feito

Na prática, o Shiatsu utiliza técnicas de pressão, percussão, fricção, fribracao, pinçamento e imposição de dedos e mãos em pontos e áreas especificas do corpo, alem da movimentação de articulações e manipulação de estruturas músculo-esqueleticas com o objetivo de atuar na circulação “energética” através de técnicas de tonificar, sedar, regular, purificar e aquecer e, assim, promover a homeostase orgânica, psíquica e sobretudo energética.

O terapeuta, usando os polegares, as palmas das mãos e ate mesmo o cotovelo, pressiona pontos ao longo dos meridianos do nosso corpo, de modo ritmado e modulado e vai, com estes toques, desbloqueando a energia vital. Alem disso, usa técnicas de manipulação, alongamento de músculos e tendões, rotações de juntas, pressão em músculos tensos ou doloridos, melhorando a circulação do sangue e linfa. Como resultado, relaxa o sistema nervoso e muscular, desenvolvendo um ritmo de respiração mais eficiente e um melhor equilíbrio energético.

Em que se baseia

A terapia do Shiatsu não é fundamentada no modelo bio-médico ocidental, ela é baseada numa concepção oriental onde acredita-se que a cura não deve ser feita através da doença. Buscando-se o fenômeno que a provocou, naquele doente, deixando claro que cada paciente é um, e único na sua individualidade. Para a Medicina Oriental, os pontos doloridos no nosso corpo, são pontos de bloqueio de energia vital e sua desarmonia energética, ora em excesso em determinados meridianos, ora deficiente em outros, é a causa das doenças.

Como a medicina preventiva, o objetivo é a harmonia e a manutenção da forca vital, acreditando que o corpo harmonizado, energeticamente, é saudável e não necessita de medicamentos.

Princípios

O fluxo de energia vital se faz por meio de canais do corpo humano, conhecido como ”meridianos”. Em alguns pontos esta energia pode ser interrompida por algum distúrbio, tendo seu fluxo prejudicado gerando situações de excesso de energia ki (“Jitsu”) antes do tsubô e deficiência de energia (“Kyo”) depois do ponto. No Shiatsu os tsubôs são pressionados para normalizar o fluxo da energia ki. Um meridiano que esteja com excesso de energia ki, ou seja, esteja Jitsu, se apresenta normalmente dolorido e tenso; já o meridiano com falta de energia ki, ou seja, que esteja Kyo, se apresenta indolor e é notada uma dor agradável ao tocá-lo, uma vez que assim se estimula o fluxo energético. Desta forma, o Shiatsu atua equilibrando os meridianos Jitsu e Kyo, normalizando o fluxo de energia ki.

Ao equilibrar e normalizar o fluxo de ki, propicia-se ao organismo as condições de bom funcionamento. As doesncas seriam causadas pelo desequilíbrio do fluxo de ki. Assim, busca-se a cura das doenças pela interupcao do estado de desiquilibrio do ki.

Os meridianos

A partir do conhecimento tradicional oriental sabe-se que o fluxo de energia do organismo segue percursos definidos por canais, de forma semelhante ao sangue pelas veias e artérias.

O canal percorre todo o corpo, da cabeça aos pés, indo e voltando. Este canal possui segmentos, os chamados meridianos. Há doze meridianos pares e dois meridianos impares (estes dois meridianos são conhecidos como “artérias”).

Cada meridiano está relacionado a certas características orgânicas, psicológicas ou emocionais. Apesar de identificado pelo nome do órgão ou função a que se relaciona mais, não afeta exclusivamente apenas um órgão.

Os doze meridianos pares básicos são:

  • Pulmões
  • Mestre do Coração/Pericárdio/Circulação-Sexo
  • Coração
  • Intestino Delgado
  • Triplo-Aquecedor
  • Intestino Grosso
  • Baço-Pancreas
  • Fígado
  • Rins
  • Bexiga
  • Vesícula Biliar
  • Estomago

Os dois meridianos impares são:

  • Vaso Consepçao, na parte anterior do corpo
  • Vaso Governador, na parte posterior do corpo

A sessão

O paciente, geralmente, passa por uma avaliação com o terapeuta e em seguida pela terapia em si. Uma sessão de Shiatsu dura normalmente 60 minutos, e seu número varia de caso para caso, podendo chegar de 2 a 4 sessões por mês.

Nesta terapia não é necessário o uso de cosméticos como óleos e lubrificantes e nem tão pouco se despir.

Quem pode fazer

Qualquer pessoa, sem limites de idade ou sexo, inclusive bebês. Adultos e idosos sentem-se muito bem pois, em sua maioria apresentam problemas de coluna, músculos e articulações. Indivíduos que trabalham no estresse das cidades grandes tem no Shiatsu um grande aliado para problemas de tensão e fadigas musculares.

Diferença entre Homeopatia e Florais

Diferença entre Homeopatia e Florais


Os Florais de Bach – preparados líquidos e naturais, feitos a partir de flores de arbustos e árvores silvestres – não são iguais aos remédios homeopáticos.

A Homeopatia trabalha com os três reinos: mineral, vegetal e animal. As essências florais trabalham apenas com o reino vegetal;

Na Homeopatia, forma terapêutica de tratamento que estuda o corpo como um todo e não trata as doenças ou sintomas isoladamente, há vários níveis de diluições de remédios. Nas essências florais, há somente um nível de diluição;

A Homeopatia pode agir no físico, no mental e no emocional.

As essências florais atuam especificamente no emocional (refletindo em outros corpos ou níveis).

Os remédios homeopáticos são prescritos pelo princípio da semelhança. Por exemplo: o veneno de abelha (apitoxina) causa inchaço e irritação na pele e é usado homeopaticamente para tratar sintomas parecidos, como alergia.
Já a prescrição dos Florais de Bach é mais intuitiva. O terapeuta tem que detectar o problema emocional do paciente, para receitar os florais.

Sais Minerais são essenciais ao organismo Humano.

veja aqui fontes de sais minerais:

A falta de sais minerais está ligada à alimentação que costuma fazer. Uma alimentação carente de hotaliças é a principal causadora desse tipo de deficiência. veja onde encontramos sais minerais necessários para um organismo mais saudável:

Potássio
beterraba
alho
alface
berinjela
pepino
couve-flor

Sódio
cenoura
repolho
tomate
espinafre
alho porro
couve

Cálcio
cebola
agrião
alho
salsa
repolho
aspargo

Magnésio
cenoura
feijão
agrião
brócolis
cebola
pepino

Ferro
escarola
alcachofra
alface
repolho
berinjela
alho

Fósforo
brócolis
alho porro
nabo
feijão
lentilha
couve-flor

Enxofre
alho
repolho
escarola
espinafre
agrião
couve

Silício
brócolis
pepino
aspargo
cebola
alho
espinafre

Manganês
beterraba
cenoura
cebola
alface
feijão
alho
salsa

Cloro
nabo
tomate
berinjela
agrião
couve
escarola

Iodo
alface
tomate
cenoura
aspargo
agrião
feijão

Flúor
beterraba
couve
agrião
escarola
brócolis
feijão

Medicina preventiva

MEDICINA PREVENTIVA


"Fruta é um alimento perfeito, gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao seu corpo o máximo em retorno.

O único alimento que faz seu cérebro trabalhar é glicose.

A fruta e principalmente frutose (que pode ser transformada com facilidade em
glicose), é na maioria das vezes 90-95 % de água. Isso significa que ela está limpando e alimentando ao mesmo tempo.

O único problema com as frutas é que a maioria das pessoas não sabe como comê-las de forma a permitir que o corpo use efetivamente seus nutrientes.

Deve-se comer frutas sempre com o estomago vazio . Por que?? A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estomago: são digeridas no intestino delgado.

As frutas passam rapidamente pelo estomago, dali indo para o intestino, onde liberam seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estomago, as frutas ficam presas lá e começam a fermentar.

Você já comeu alguma fruta de sobremesa, após uma refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor restante? É porque você não a comeu da maneira adequada. Deve-se comer frutas sempre com o estomago vazio.
A melhor espécie de fruta é a fresca ou o suco feito na hora.

Você não deve beber suco de lata ou do recipiente de vidro. Por que não? A maioria das vezes o suco foi aquecido no processo de vedação e sua estrutura tornou-se ácida .

Quer fazer a mais valiosa compra que possa? Compre uma centrífuga.

Você pode ingerir o suco extraído na centrífuga como se fosse a fruta, com o estomago vazio. E o suco é digerido tão depressa que você pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde.

Fruta é o melhor alimento que podemos comer para nos proteger contra doenças do coração.

As frutas contêm bioflavinóides, que evitam que o sangue se espesse e obstrua as artérias. Também fortalecem os vasos capilares, vasos capilares fracos quase sempre provocam sangramentos internos e ataques cardíacos. "

Uso tópico e a Homeopatia

A Homeopatia é uma ciência que trata o corpo humano sem agredí-lo.

No tratamento homeopático não pode ocorrer supressão, o mal tem que sair.

O mal externo vai desaparecer quando a causa interna desaparecer.

Ele é um indicador de como está o nosso organismo internamente.

Vejam o que o Mestre Hahnemann diz sobre o uso de pomadas e unguentos.

Se você gostou e achar conveniente, repasse aos seus amigos, para divulgar a Homeopatia.

A Portaria 971 do Governo federal pede que divulguemos a Homeopatia.


MALES LOCAIS E EXTERNOS.

"§185 Entre as doenças parciais, ocupam lugar de destaque os chamados males locais, devido aos quais se percebem, nas partes externas do corpo, alterações e distúrbios e sobre os quais se ensinou até agora que somente tais partes eram afetadas, sem que o resto do organismo participasse, postulado este teórico e desprovido de sentido, que tem conduzido a um tratamento médico deveras desastroso".

"§186 Os chamados males locais, surgidos há pouco tempo e apresentando lesão apenas externa, parecem, à primeira vista, merecer o nome de males tópicos. Mas, então, a lesão deveria ser também insignificante e, por conseguinte, não teria importância especial, pois males de causa externa de alguma gravidade qualquer causam padecimento a todo o organismo, ocorrendo febre, etc. A cirurgia se ocupa dos mesmos, mas isto somente é correto quando as partes afetadas requeiram ajuda mecânica mediante a qual os obstáculos externos à cura que não pode provir senão da força vital, podem ser removidos pelos meios mecânicos, p. ex., pela extração de corpos estranhos que penetraram nas partes vivas pela abertura de uma cavidade no corpo para remover alguma substância irritante ou para obter a eliminação de derrames ou fluidos acumulados, pela adaptação das partes de um osso fraturado em sua posição correta, mediante uma ligadura apropriada etc. Mas, quando, em tais lesões, todo o organismo vivo requer como sempre, ajuda dinâmica ativa, a fim de efetuar a tarefa curativa, como p. ex., quando a febre intensa resultante de grandes contusões, músculos, tendões ou vasos sangüíneos dilacerados têm que ser removida mediante medicamentos internos ou quando a dor superficial de áreas queimadas ou cauterizadas deve ser homeopaticamente suprimida, então entra em cena a atividade do médico dinâmico e sua ajuda homeopática".

"§187 Mas os males, alterações e distúrbios que não têm como causa nenhuma lesão externa ou que foram causados apenas por um pequeno ferimento externo resultam de um tipo completamente diferente, tendo sua origem em um padecimento interno. Considerá-las como meras afecções locais ou tratá-las quase que exclusivamente de maneira como que cirúrgica, com aplicações tópicas ou outros meios semelhantes, como tem feito a medicina até agora desde as origens, é tão fora de propósito quanto muitíssimo pernicioso em suas conseqüências".

"§188 Consideravam-se esses males meramente tópicos e, por este movido, foram chamadas males locais, como se fossem exclusivamente alterações, em que o organismo tivesse pouca ou nenhuma participação, ou afecção destas partes isoladas e visíveis a respeito das quais o resto do organismo vivo, por assim dizer, nada soubesse*".

* Um dos inúmeros e perniciosos disparates da velha escola.

"§189 E, contudo, uma ligeira reflexão é suficiente para mostrar que nenhum mal externo pode nascer, persistir e muito menos se agravar, sem uma causa interna ou a cooperação do organismo (conseqüentemente doente). Não pode, absolutamente, dos outros setores surgir sem o consentimento de todo o resto do estado de saúde e sem a participação do conjunto vivo (isto é, do princípio vital dominante em todas as outras partes sensíveis e excitáveis do organismo); com efeito, seu desenvolvimento é impossível de ser concebido sem que toda a vida (alterada) tenha sido ativada para tal, tão intimamente interligadas se encontram todas as partes do organismo formando um todo indivisível de sensações e funções. Não pode haver erupção nos lábios ou panarício sem que haja precedente ou simultaneamente uma perturbação interna do indivíduo".

"§190 Todo legítimo tratamento médico de um mal originado nas partes exteriores do corpo, quase sem lesão externa, deve, pois, ser dirigido ao conjunto, à extinção e cura do padecimento geral, por meio de medicamentos internos, se se pretender que ele seja oportuno, seguro, eficaz e radical".

"§191 Isto se confirma de modo inequívoco pela experiência que mostra, em todos os casos, que todo medicamento interno ativo, imediatamente após sua ingestão, causa alterações significativas, tanto no estado geral de saúde de tal doente como, principalmente, nas partes externas afetadas (que, para a medicina comum são partes isoladas), mesmo nas partes mais externas nos chamados males locais e essa alteração é, na verdade, deveras salutar, sendo o restabelecimento da saúde de todo o indivíduo, juntamente com o desaparecimento da afecção externa (sem a ajuda de qualquer meio externo), desde que o medicamento interno, dirigido ao todo, tenha sido escolhido de modo adequadamente homeopático".

"§192 Isto acontece da forma mais conveniente quando, por ocasião do exame do caso de doença, a par da natureza exata da afecção local, todas as alterações, distúrbios e sintomas evidentes no resto do organismo do doente ou que já haviam sido notados antes do emprego de medicamentos, são considerados em conjunto, objetivando um esboço completo do quadro da doença, antes de se procurar, entre os medicamentos conhecidos pelos seus efeitos mórbidos peculiares, o meio de cura que corresponda à totalidade dos fenômenos, a fim de se efetuar uma escolha acertada".

"§193 Mediante esse medicamento ministrado apenas internamente (e, quando a doença é recente, já na primeira dose), o estado mórbido geral do organismo é removido juntamente com a afecção local, que é curada ao mesmo tempo que aquele, provando que a afecção local dependia única e exclusivamente de uma doença do resto do organismo e só deveria ser considerado como uma parte inseparável do todo, como um dos maiores e mais evidentes sintomas da doença geral".

"§194 Não é oportuno, quer nas afecções locais recentes, quer nos males locais já há algum tempo existentes, friccionar ou aplicar um medicamento externo, embora sendo ele o específico que empregado internamente, seja homeopaticamente salutar, não obstante seja, ao mesmo tempo, administrado internamente, pois as afecções tópicas agudas (p. ex., inflamações de partes isoladas, erisipelas etc.) que não tenham sido precisamente causadas por lesões externas proporcionalmente intensas, mas por causas dinâmicas ou internas, de modo mais seguro cedem, geralmente, de modo exclusivo aos medicamentos internos, homeopaticamente adaptados ao estado de saúde perceptível externa e internamente, escolhidos do arsenal geral dos medicamentos experimentados. Se, porém, restar no local afetado e no estado geral, a par de um regime de vida adequado, um resquício de doença que a força vital não tem condições de fazer retornar à normalidade, então a afecção local aguda foi (como não raro ocorre) um produto da psora até então, latente no interior e que irrompe, situando-se a ponto de desenvolver-se como doença crônica manifesta".

"§195 Em tais casos, não raros, após razoável remoção do estado agudo, contra o distúrbio remanescente e o estado mórbido anteriormente habitual do paciente, deve-se dirigir um tratamento antipsórico adequado (como foi ensinado no livro sobre doenças crônicas a fim de se obter uma cura radical*). Nos males crônicos locais que não são manifestamente venéreos, a cura interna antipsórica é, além disso, preferível".

"* Conforme indiquei no meu livro sobre doenças crônicas".

"§196 Sem dúvida, poderia parecer que a cura de tal doença seria acelerada se, para todo o conjunto característico de sintomas, o meio de cura conhecido como verdadeiramente homeopático fosse não só interna, mas também externamente empregado, porque o efeito de um medicamento aplicado no próprio local da afecção deveria produzir nela uma mudança mais rápida".

"§197 Tal tratamento, porém, é totalmente condenável, não só nos sintomas locais que têm sua origem no miasma da psora, mas também naqueles que provêm no miasma da sífilis ou da sicose, pois a aplicação simultânea externa e interna de um medicamento em doenças que têm como sintoma principal uma afecção local constante, tem a grande desvantagem de que o sintoma principal (afecção local*) desaparece geralmente mais rapidamente do que a doença interna, enganando-nos com a aparência de uma cura completa, ou, pelo menos, tornando difícil, impossível mesmo, em alguns casos, determinar, mediante eliminação prematura do sintoma local, se a doença geral foi aniquilada pelo emprego simultâneo do medicamento interno".

"* Recente erupção de sarna, cancro, doença condilomatosa".

"§198 A mera aplicação tópica, nos sintomas locais de doenças crônicas miasmáticas, do medicamento de poder interno de cura é reprovável pelo mesmo motivo, pois, se a afecção local da doença crônica for removida apenas parcial e localmente, o tratamento interno, indispensável ao completo restabelecimento da saúde, permanece numa obscura incerteza; o sintoma principal (a afecção local) desaparece, restando somente os outros sintomas menos conhecidos e que são menos constantes e persistentes do que a afecção local, freqüentemente com muito poucas peculiaridades e muito pouco característicos para poder mostrar um quadro de doença com nítidos e completos contornos".

"§199 Se o medicamento perfeitamente homeopático para a doença não tiver ainda sido encontrado* quando o sintoma local foi eliminado por medicamento externo secativo ou cáustico ou pela excisão, o caso se torna, então, muito mais difícil, porque os sintomas ainda remanescentes são demasiadamente imprecisos (não característicos) e inconstantes, pois aquilo que poderia conduzir e determinar a escolha do medicamento mais adequado e seu emprego interno, até o ponto de extinção completa da doença, isto é, o sintoma externo principal, é afastado de nossa observação".

"* Como ocorreu antes de minha época com os meios de cura para a doença condilomatosa (e os medicamentos antipsóricos)".

"§200 Se tal sintoma externo ainda existisse durante o tratamento interno, ter-se-ia encontrado o meio de cura homeopático para a totalidade da doença e se este fosse encontrado, a persistência da afecção local durante seu emprego interno exclusivo teria mostrado que a cura ainda não havia se completado, mas, se o mal é curado localmente, sem o uso de qualquer meio externo e repelente, isto demonstraria de modo convincente que o mal foi completamente erradicado e que o restabelecimento de toda a saúde foi realizado até o objetivo proposto, o que é uma vantagem inestimável para alcançar uma cura perfeita".

Samuel Hahnemann

Bibliografia:

VILLELA,Edméia Maturano e SOARES, Izao Carneiro. "Organon da Arte de Curar de Samuel Hahnemann". São Paulo-SP. Editora Robe. 6ª Ed. 1996.