quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Trabalho de Medicina Preventiva UFMG.


Faculdade de Enfermagem de Minas Gerais.
 Diciplina:Saúde Ambiental.
Professores:Antônio leite e Antônio Tomaz
Aluna:Marilene Rodrigues santos Souza.
3º Período Gestão de Serviços de Saúde.
2º semestre 2013

Relatório referente ao Aterro Sanitário Macaúbas Sabará Minas Gerais.
Visita realizada em 18 de outubro de 2013
.
O aterro sanitário é uma das técnicas mais seguras e de menor custo para a disposição no solo dos resíduos sólidos urbanos, que devem ser compactados e recobertos com uma camada de terra diariamente. “É fundamental o funcionamento adequado dos sistemas de proteção ambiental, como a coleta e o tratamento do chorume, que é um líquido de cor preta ,mal cheiroso e de elevado potencial poluidor, gerado pela decomposição da matéria orgânica.
A programação inclui visita técnica ao aterro sanitário e palestra com uma especialista e funcionária do aterro Macaúbas em Sabará, que também recebe resíduos de Belo Horizonte.
É usada a técnica de disposição de resíduos sólidos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando os impactos ambientais.
O método que utiliza princípios de engenharia para confinar resíduos sólidos à menor área possível e reduzí-los ao menor volume possível, cobrindo-os com uma camada de terra.
 
Opinião pessoal:
 
Fomos pro campo e deparamos com um cenário nescessário  mas ao meu ver inconcebível à nível ambiental e pior, por  (por falta de uma política pública) voltada para uma questão tão urgente.  Negligencia-se o óbvio são muitos indicadores, muitas evidências. Saúde e meio ambiente está intrísicamente ligado.É impossível não linkar ,não fazer uma conexão.
São processos fundamentados em estudos epidemiológicos com intervalo de confiança. Não é baseado em achismo.Não reciclar é adoecer o continente e as pessoas.
O processo de saúde/doença está sendo retroalimentado. se não houver uma pactuação e um olhar detalhado e robusto para esta questão em pleno século xxl,  podemos dizer que em aspecto biológico estamos retrocedendo.Uma vez que o poder público fecha os olhos para essa situção teremos de mobilizarmos e criar ONGS para reverter parte da atrocidade que está sendo feita.Não basta tirar foto.Temos de ver os detalhes.Proteção ao meio ambiente é mais do que uma missão é nosso compromisso.
Temos de deixar de ter atitudes endógenas e ver que estamos sendo insipientes.
E como futuros bacharéis em saúde teremos de ter uma visão voltada para a promoção da saúde para medicina preventiva; para que a medicina curativa tenha menos incidência de doenças para serem tratadas.
 
Configuração:
 
O aterro sanitário apresenta a seguinte configuração:
-Setor de preparação,
-Setor de execução
-Setor concluído. 
Na preparação da área são realizados, basicamente, a impermeabilização e o nivelamento do terreno, as obras de drenagem para captação do chorume para conduzí-lo ao tratamento, além das vias de circulação. 
Antes de ser despejados os caminhões e ou veículos (uma vez que recebe material particular) são pesados e após despejar o resíduo é pesado novamente, com a finalidade de acompanhamento da quantidade de suporte do aterro e o valor a ser cobrado. O local onde se aterra os resíduos são revestidos por um material resistente e uma camada selante.
Atingida a capacidade de disposição de resíduos em um setor do aterro, esse é revegetado, e os resíduos serão  depositados em outro setor. Ao longo dos trabalhos de disposição e mesmo após a conclusão de um setor do aterro, os gases produzidos pela decomposição do lixo são queimados. Em complemento, também devem ser realizadas obras de drenagem das águas pluviais.
Os setores concluídos são objeto de contínuo e permanente monitoramento a captação do chorume,  as obras de drenagem das águas superficiais, avaliação do sistema de queima dos gases e a eficiência dos trabalhos de revegetação. 
Os estudos para seleção de locais para disposição de resíduos envolve uma equipe multidisciplinar para considerar, desde parâmetros relacionados ao meio físico e ao meio biológico, até aspectos sociais, econômicos e imobiliários.
Não é só chegar e implantar um aterro.

Existem estudos para seleção de locais de disposição:
Diagnóstico da situação atual dos resíduos sólidos na região de estudo e prognóstico da situação futura;
Estudo geológico-geotécnico e ambiental para seleção de áreas;
Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (Rima);
Projeto de viabilidade técnica e econômica do aterro; e,
Estudo e definição de órgão gestor do empreendimento.
Apresentou-se de um fluxograma para decisões sobre a disposição de resíduos, com a finalidade de avaliar a situação do município e direcionou-se as decisões para a escolha de um local adequado para depositá-los.
FUNDAMENTOS
Garantir a estabilidade dos locais usados para disposição de resíduos.
Verificar a migração de contaminantes a partir dos locai de disposição dos resíduos.
O B J E T I V O
Proteger o meio ambiente a partir do uso de técnicas e métodos para selecionar área adequada para disposição dos resíduos.
ATIVIDADES TÉCNICAS
Identificar os condicionantes geológicos, hidrogeológicos e geomorfológicos
Escolher um local de disposição e execução das investigações geológicas, geotécnicas e hidrogeológicas
Definir os dispositivos de contenção e de coleta do chorume.
Definir os métodos e o projeto. 
Implementar, acompanhar o monitoramento operacional e pós-operacional
ETAPAS PARA SELEÇÃO DE LOCAIS
Cortes, aterros, drenagem, impermeabilização, infra-estrutura.Com menores riscos ambientais local menos frágil, garantia de barreiras naturais à migração de poluentes, recursos naturais impactados serão de menor expressão, menor oposição popular.Disponibilidade de materiais de uso no empreendimento (solo, cascalho, etc.), sistemas de monitoramento menos complexos, uso das forças naturais :
SUBTERRÂNEAS
ORIGEM CAUSAS
Falha na Impermeabilização da Base (Aterro/Lagoa de Tratamento de Chorume)
impermeabilização (solo/rocha) incompatível com os percolados
má compactação 
Recalques (Aterro/Lagoa de Tratamento de Chorume) 
solo natural com propriedade inadequada
recalques devido às alterações (carga, aumento da umidade, agressão ao solo, etc)
Elevação do Nível d´Água Acima da Base do Aterro 
dados de projeto insuficientes (nível piezométrico, pluviometria, vazões, etc)
dimensionamento inadequado do sistema de drenagem
POTENCIALIZAÇÃO DE PROCESSOS DO MEIO FÍSICO
ORIGEM CAUSAS
Escorregamentos/Erosão 
cortes com altos ângulos nas encostas;
não consideração da atitude de estruturas (por ex., foliação ou fraturamento);
supressão da vegetação;
má compactação dos aterros e má disposição dos resíduos.
Assoreamento 
erosão dos locais de solos expostos carreamento de partículas em razão de insuficiências de sistemas de drenagem;
supressão da vegetação.
CONFLITOS DE USO E OCUPAÇÃO
ORIGEM CAUSAS
Restrições Ambientais 
utilização de áreas com restrições ambientais diversas (APAs, áreas de mananciais e outras Unidades de Conservação).
Desconforto à População 
proximidades de núcleos populacionais / habitações;
problemas advindos de má operação (odores, moscas, etc);
sobrecarga da infra-estrutura local;
subestimação da expansão urbana.
ELEVAÇÃO DE CUSTOS
ORIGEM CAUSAS
Desapropriações 
necessidade de desapropriação de áreas de terceiros, devido à inexistência de áreas do empreendedor, aptas às instalações do aterro;
necessidade de remoção de pessoal, com possíveis indenizações.
Implantação 
necessidade de medidas de engenharia para a correção de deficiências naturais do local escolhido;
deficiência de materiais de empréstimo e de construção;
necessidade de infra-estrutura (estradas, energia elétrica, etc);
necessidade de detalhamentos de estudos mal realizados anteriormente.
Operação e Encerramento 
ausência de solo adequado para a cobertura dos resíduos;
grandes distâncias a serem percorridas diariamente no transporte dos resíduos, entre a área geradora e o local de disposição;
escolha de local com baixa vida útil;
ações corretivas para eventuais problemas na operação;
sistemas de monitoramento necessários conforme o local escolhido.
seleção de áreas para disposição de resíduos deve seguir critérios técnicos estabelecidos por uma equipe multidisciplinar.
Etapas para seleção de locais para instalação de um aterro sanitário.
Definir
Critérios de Exclusão ou Pesos Diferenciados
Áreas Recomendadas;
Áreas Recomendadas com Restrição;
Áreas Não-Recomendadas.
Vida Útil - relacionar o tamanho do local com:
População;
Características do resíduo e do sistema de gerenciamento;
Tipo de obra.

Analisar
Aspectos do Meio Físico
Aspectos do Meio Biológico
Aspectos Sociais
Aspectos Econômicos
Aspectos da Legislação
Aspectos do Gerenciamento de Resíduos
Identificar o local preferencial
atividades

Identificação dos Locais nas Áreas Recomendadas
Consulta Formal aos Órgãos Competentes
Análise
Geologia-Geotecnia: principais características do meio físico ante os processos atuantes e a obra a instalar.
Águas Superficiais e Subterrâneas: profundidade do lençol, manancial de interesse ao abastecimento.
Solos: tipos, distribuição e espessuras.
Declividade Adequada
Distâncias: núcleos de habitações, cursos d’água, etc.
Material de Empréstimo: disponibilidade e características (impermeabilização/cobertura)
Viabilizar o local 
Fazer levantamento detalhado.
Infra-Estrutura: acessos, energia, etc.
Geologia-Geotecnia: permeabilidade do solo, capacidade de suporte, etc.
Hidrogeologia: profundidade do nível d’água, fluxo subterrâneo, qualidade das águas.
Uso e Ocupação nos Entornos
Etapas de seleção de locais para instalação de um aterro sanitário.
Ver distância, cursos d´água, profundidade do nível d´água e condutividade hidráulica do subsolo devem ser entendidos como uma orientação preliminar, devendo ser considerados os parâmetros e características de cada local e município, para determinar esses valores para cada caso.
 
Conclusão: Desta forma, o aterro sanitário não deve ser considerado como um vilão, mas de certa forma uma técnica ultrapassada dentro dos processos de proteção ambiental, mas apresenta como a saída atualmemente empregada para o descarte disciplinado de resíduos no solo.O objetivo principal do aterro sanitário é o de melhorar as condições sanitárias relacionadas aos descartes sólidos urbanos evitando os danos da sua degradação descontrolada.
Observação:Não citei leis municipais que incluem a cidade de Belo horizonte e o município de Sabará´.
Trabalho baseado em visita técnica e á partir de leitura de alguns artigos sobre o tema .Textos aliatórios não documentados  neste trabalho.

Regulamentação
FEDERAL
·    Portarias e Normas Ministeriais
·     
 
 
 
ESTADUAL – MINAS GERAIS
Dispõe sobre política estadual de apoio e incentivo à coleta seletiva de resíduos sólidos e altera dispositivo da lei 12.040, 28 de dezembro de 1995, que dispõe sobre a distribuição da parcela de receita do produto da arrecadação do ICMS pertencente aos municípios, de que trata o inciso II do parágrafo único do art. 158 da Constituição Federal.
(alterada pelas Leis 14.577/2003; 16.689/2007; 17.503/2008; e 18.511/2009).
Dispõe sobre a Política Estadual de Reciclagem de Materiais e sobre os instrumentos econômicos e financeiros aplicáveis à Gestão de Resíduos Sólidos.
Dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos.
Regulamentada pelo Decreto 45.181/2009.
Dispõe sobre a concessão de incentivo financeiro a catadores de materiais recicláveis - Bolsa Reciclagem.
Dispõe sobre a Política Estadual de coleta, tratamento e reciclagem de óleo e gordura de origem vegetal ou animal de uso culinário e dá outras providências.
Regulamenta a Lei nº 18.031, de 12 de janeiro de 2009, e dá outras providências.
Estabelece normas para a concessão de incentivo financeiro a catadores de materiais recicláveis – Bolsa Reciclagem, de que trata a Lei nº 19.823, de 22 de novembro de 2011.
Dispõe sobre o co-processamento de resíduos em fornos de clínquer.
Estabelece os procedimentos para o licenciamento ambiental de postos revendedores, postos de abastecimento, instalações de sistemas retalhistas e postos flutuantes de combustíveis e dá outras providências.
(Alterada pela DN COPAM 108/2007).
Convoca municípios para o licenciamento ambiental de sistema adequado de disposição final de lixo e dá outras providências.
Revoga o inciso I, do §2º, do artigo 3º da Deliberação Normativa COPAM nº 50, de 28 de novembro de 2001.
Estabelece normas para o licenciamento e fiscalização ambiental de estabelecimentos destinados ao recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos e dá outras providências.
Estabelece critérios para classificação, segundo o porte e potencial poluidor, de empreendimentos e atividades modificadoras do meio ambiente passíveis de autorização ambiental de funcionamento ou de licenciamento ambiental no nível estadual, determina normas para indenização dos custos de análise de pedidos de autorização ambiental e de licenciamento ambiental, e dá outras providências.
(alterada pela Deliberação Normativa 74/2011).
Altera dispositivos da Deliberação Normativa COPAM nº 26, de 28 de julho de 1998, que dispõe sobre o co-processamento de resíduos em fornos de clínquer e revoga o item que menciona da Deliberação Normativa COPAM nº 74, de 9 de setembro de 2004.
Estabelece normas para laboratórios que executam medições para procedimentos exigidos pelos órgãos ambientais do Estado de Minas Gerais e dá outras providências.
Dispõe sobre a declaração de informações relativas às diversas fases de gerenciamento dos resíduos sólidos industriais no Estado de Minas Gerais.
Altera a Deliberação Normativa Copam 50/01, que estabelece os procedimentos para o licenciamento ambiental de postos revendedores, postos de abastecimento, instalações de sistemas retalhistas e postos flutuantes de combustíveis e dá outras providências.
Dispõe sobre a declaração de informações relativas à identificação de áreas suspeitas de contaminação e contaminadas por substâncias químicas no Estado de Minas Gerais.
Dispõe sobre a declaração de informações relativas às diversas fases de gerenciamento dos resíduos sólidos gerados pelas atividades minerárias no Estado de Minas Gerais.
Altera os artigos 2º, 3º e 4º da Deliberação Normativa 52/2001, estabelece novas diretrizes para adequação da disposição final de resíduos sólidos urbanos no Estado, e dá outras providências.
Altera o Anexo I da Deliberação Normativa Conjunta COPAM CERH nº 2 de 6 de setembro de 2010, estabelecendo os Valores de Referência de Qualidade dos Solos.
Revisa e consolida as exigências para laboratórios que emitem relatórios de ensaios ou certificados de calibração referentes a medições ambientais, revoga as Deliberações Normativas COPAM nº 89, de 15 de setembro de 2005, nº 120, de 8 de agosto de 2008, nº 140, de 28 de outubro de 2009, nº 158, de 6 de outubro 2010 e os art. 1º e 2º da Deliberação Normativa COPAM nº 165, de 11 de abril de 2011.
Estabelece prazos para cadastro dos Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – PGIRS pelos municípios do Estado de Minas Gerais e dá outras providências.
Estabelece diretrizes para sistemas de tratamento e disposição final adequada dos resíduos de serviços de saúde no Estado de Minas Gerais, altera o anexo da Deliberação Normativa COPAM nº 74, de 09 de setembro de 2004, e dá outras providências.
Institui o Plano Estadual de Coleta Seletiva de Minas Gerais.
Institui o Programa Estadual de Gestão de Áreas Contaminadas, que estabelece as diretrizes e procedimentos para a proteção da qualidade do solo e gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por substâncias químicas.
Dispõe sobre a criação de Grupo Multidisciplinar de Trabalho para estabelecer critérios de avaliação de implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) nos estabelecimentos geradores desses resíduos e estabelecer diretrizes de termo de referencia para elaboração e a apresentação do PGRSS no Estado de Minas Gerais.
 
 Observação:Não citei leis municipais que incluem a cidade de Belo horizonte e o município de Sabará´.

 
LEITE, W. C. A. Resíduos Sólidos Urbanos: Contribuição para o gerenciamento.
TORNISIELO, Samia Maria et al. (orgs). Analise Ambiental: estratégias e ações. Rio Claro – 
SP: Fundação Salim Maluf /Centro de Estudos Ambientais – UNESP, 1995. 
LIMA, J. D. Sistemas Integrados de Destinação Final de Resíduos Sólidos Urbanos. João 
Pessoa – PB: ABES, 2001. E textos  aliatórios não documentados aqui.
Crise Ambiental
Marilene Rodrigues Santos Souza
Resumo


A crise não só ambiental como também social por que passa o mundo hoje, é reflexo de um sistema econômico que gira em torno da exploração da massa trabalhadora e da acumulação de riquezas por parte dos opressores. A exploração desenfreada, o consumismo exacerbado, leva a saturação não somente da natureza, mas das relações sociais. Uma alternativa que se propõe é uma mudança na Educação e sua transformação em favor da classe oprimida, isto é uma Educação Popular.
Introdução:
Atualmente a humanidade convive com a crise ambiental, o motivo? A utilização desmedida dos recursos naturais para propiciar o desenvolvimento sócio-econômico, por tal motivo a proteção ambiental é fundamental na atualidade e legado de bem estar e saúde para as futuras gerações. Com efeito, este novo modelo incidiu inicialmente de maneira imperceptível em desdobramentos ambientais, posto que a exploração dos recursos naturais se desse de forma indiscriminada, sem que o homem atentasse para a relação direta de sua existência com o meio ambiente, principalmente quanto à utilização dos recursos não renováveis. O desenvolvimento na concepção capitalista se divorciou da preservação do meio ambiente, tendo em vista que sua concentração estava no capital e no trabalho, colocando em risco o próprio planeta ao deixar de atribuir valor.
As tentativas de proteção ao meio ambiente englobam diversos mecanismos, dentre eles a proteção jurídica de cada Estado. No Brasil, encontra-se o instituto da responsabilidade civil como uma poderosa forma de intervenção e proteção no direito ambiental, por tal motivo o presente artigo aborda a crise ambiental e as especificidades da responsabilidade civil e sua aplicação na reparação ambiental.
Objetivo:
Melhorias nas condições ambientais, com o objetivo de garantir a promoção da qualidade de vida da população e o resgate da biodiversidade.
Metodologia:
A Educação Ambiental apresenta-se, hoje, como um modelo de Educação que pode contribuir com as mudanças estruturais necessárias e prementes ao mundo, envolvendo estilos sustentáveis de vida, ética, padrão cultural e equidade compatíveis com a Sustentabilidade
O projeto luta pela manutenção da vida não só dos cursos d’água, mas também do meio ambiente ressaltando trabalho, empenho, dedicação e persistência daqueles que acreditam e devotam a sua vida à causa ambiental.
O Projeto Manuelzão trabalha voltado a preservação do meio ambiente com foco especial, na promoção e revitalização da bacia do Rio das Velhas, principal afluente da bacia do rio São Francisco. O objetivo do Projeto é recuperar a saúde ambiental do Rio das Velhas que é prejudicada com recebimento de esgoto de afluentes como o Ribeirão Arrudas e Ribeirão do Onça que cortam Belo Horizonte.
Todo este debate coloca a necessidade de se delinear estratégias e ações no campo da saúde capazes de apontar para a construção de soluções dos problemas complexos que se vive. A promoção da saúde como campo conceitual, metodológico einstrumental ainda em desenvolvimento, traz, em seus pilares e estratégias, potenciais de abordagem dos problemas de saúde: assume a saúde em seu conceito amplo, pauta a discussão sobre qualidade de vida, pressupõe que a solução dos problemas está no
potencial de contar com parceiros e a mobilização da sociedade. Trabalha com o princípio
da autonomia dos indivíduos e das comunidades, reforça o planejamento e poder local.

Método: Divulgação e educação ambiental. Luta por leis que protejam o meio ambiente como um todo,e não somente a fauna e flora como pensamos quando se fala de meio ambiente.
A crise não é só ambiental como também social por que passa o mundo hoje, é reflexo de um sistema econômico que gira em torno da exploração da massa trabalhadora e da acumulação de riquezas por parte dos opressores. A exploração desenfreada, o consumismo exacerbado, leva a saturação não somente da natureza, mas das relações sociais. Uma alternativa que se propõe é uma mudança na Educação e sua transformação em favor da classe oprimida, isto é uma Educação Popular.

Resultado:

Conclusão:
No entanto, a crise ambiental exige uma série de medidas, tanto aqueles de caráter do poder de Estado como àquelas de caráter pessoal e coletivo, retomando ao dever de reparar o dano através do instituto da responsabilidade civil ambiental. 
Existem leis ambientais com intuito de caracterizar o dano sobre àquelas atividades que propiciam a crise ambiental com a utilização desmedida dos recursos naturais e as condutas que prejudiquem a bioesfera e o ser humano, com o intuito máximo de preservação e somente em segundo momento a intenção da obrigação de reparar o prejuízo.
O que se pode concluir é que a situação em que a crise ambiental se encontra é alarmante, as catástrofes naturais estão cada vez mais freqüentes, como a formação de secas nos locais em que havia água, o derretimento dos pólos, os ciclones, os furacões, os tornados, os terremotos, resíduos tóxicos que contaminam o solo e uma gama de erros cometidos pelos humanos que afetam todas as formas de vida. A indiferença na relação do ser humano com o meio ambiente causa angústia à comunidade científica, que há décadas vem alertando sobre os impactos que o aumento do efeito estufa podem vir a causar. 
Resenha do Livro  Liderança em 5 atos

Preparado pelo administrador hospitalar Fabrízio Rosso, o livro  reúne ideias de profissionais líderes em quatro grandes forças de uma instituição de saúde: Administração (RH), Enfermagem, Hotelaria Hospitalar e Medicina. “A idéia do livro é disponibilizar ferramentas práticas para gestores hospitalares e de instituições de saúde, o que envolve uma equipe multidiciplinar administradores, executivos, enfermeiros, médicos, nutricionistas e tantos outros profissionais que lideram equipes . A obra: reúne quatro autores renomados, com trabalhos consagrados no Brasil e fora dele para discutir Liderança em cinco atos: Comunicação, Gestão de Pessoas, Gestão de Processos, Gestão Estratégica e Formação de Equipes. O tema liderança é  alvo constante de várias pesquisas e estudos à nível acadêmico.Os autores abordam de forma sistemática e abrangente o tema em questão, na obra “Liderança em cinco atos”, apresenta uma série de
metodologias e técnicas que colaboram para a construção dessa resposta.   E sobre o poder e comportamento organizacional”. O artigo mostra tipos de liderança inerentes às organizações, bem como a questão comportamental pertinente ao assunto. Vale salientar a importância ressaltada na obra a respeito do perfil do líder, que, afirma não existir um perfil pessoal, deixando claro que o ato de liderar, bem como as habilidades envolvidas nada tem haver com uma capacidade exclusiva a poucos ou habilidade intrísica em alguns poucos indivíduos. A questão levantada a respeito da não existência de um perfil ou conjunto de habilidades é um tanto quanto questionável, é possível discernir alguns traços marcantes. Todavia, dizer que para ser um líder é necessário ter algumas habilidades inalcançáveis para alguns é também totalmente inaceitável, em citações simples e cotidianas pode-se revelar um líder. Fornece-se uma base consistente
para afirmações que poderiam ter sido melhor exploradas a respeito do poder no contexto do ambiente organizacional. O teor da obra é voltado ao líder interessado em estar sempre alinhado a uma Gestão moderna e humanizada. Conhecendo os cinco atos de liderança, o leitor terá a oportunidade de rever seus próprios conceitos de Gestão, por meio de uma exposição descontraída das principais competências que devem ser desenvolvidas em todo processo gerencial: comunicação, pessoas, processos, estratégias e equipe. Ao final de cada ato, o leitor se depara com perguntas provocativas que servem como um ponto de aprendizagem e devem ser lidas com a disposição de quem construirá suas próprias respostas para enxergar no papel sua posição atual no cenário de liderança.
O conteúdo é reflexivo onde leva o leitor a tirar suas próprias conclusões, e seu conteúdo mostra também que não há uma verdade absoluta quando o assunto gira em torno do comportamento do ser humano.
Trabalho de Liderança em saúde.
Marilene Rodrigues santos Souza

Segundo ato 
A competência de pessoas.
Gestão de Conflitos e Gestão por Competências-Dois dois fatores decisivos.

Os recursos humanos são fatores importantíssimos para o funcionamento de qualquer organização .Atualmente deparamos com questões antes apontadas como burocráticas e fora de linha, principalmente quando se fala da atuação do gestor no gerenciamento de sua equipe de trabalho.o nível de conflitos elevados durante a execução de qualquer trabalho atrapalha o processo, , o gestor tem de desenvolver um gerenciamento voltado para administrar os conflitos em suas equipes, minimizando-os, e maximizando os resultados globais de sua gestão.
Um dos grandes desafios das organizações de todo o mundo é garantir que suas estratégias se transformem nos resultados esperados.
O ritmo acelerado de trabalho é altamente relevante na gestão de pessoas para o gerenciamento do processo de trabalho. Os gestores que antes, agiam de forma engessada, única, e estagnada a ponto de comprometer o crescimento da equipe, viu-se na necessidade de sofrer mudanças para o desenvolvimento de suas competências.Dessa forma, temos que começar a quebrar esse paradigma, e aos poucos adotarmos essa nova postura nas organizações e em tudo aquilo que denominarmos como projeto de trabalho
Ao deparar com conflitos, o gestor tem a oportunidade de demonstrar sua arte de gerenciar , com eficiência para atingir resultados esperados. Isso faz compor um gerenciamento moderno, e o gerenciamento dos recursos humanos será um dos componentes fundamentais.
O sucesso da gestão requer uma mistura adequada de habilidades técnicas, humanas e conceituais.O gestor tem de possuir habilidades como liderança, decisão, comunicação, capacidade de influenciar pessoas, negociação, resolução de conflitos, desenvolver autoconhecimento que vão de técnicas de gerenciamento de projetos à liderança de pessoas, e mais, conhecimento técnico dos produtos a serem produzidos, conhecimento da organização onde o projeto será executado.
Não é apenas desenvolver competências, o gestor tem de entender que, o processo de trabalho não são realizados por pessoas que trabalham isoladamente, e sim por equipes de trabalho envolvidas, competentes e motivadas. O processo de gestão de pessoas por competências e decisivo para a administração de conflitos durante a gestão , daí a grande importância de ter gestores com suas competências desenvolvidas.
Os conflitos no trabalho pode se dar pela escassez de recursos, prioridades na elaboração de cronogramas e estilos pessoais de trabalho. Conflitos decorrem do comportamento de pessoas que envolvem as equipes ou da organização como um todo, e irá dificultar na realização das ações descritas no Planejamento do Projeto, no entanto, tanto no planejamento quanto na programação, se forem bem executadas, aumentará as possibilidades de se atingir as metas propostas e os níveis de conflito podem diminuir.
Em todos os projetos e em qualquer organização, o conflito sempre será inevitável. Para tanto, devem ser administrados de modo que medidas educativas sejam colocadas para obter um resultado rápido e objetivo.
Na realidade, a proposta ideal para administração de conflitos é entrar num consenso todas as opiniões ligadas ao fator gerador do conflito, confrontar todos os dados e informações, reunir todas as pessoas envolvidas, e sempre ter como membro mediador das discussões: o Gestor que irá tomar decisões concisas, objetivas e delegar responsabilidades aos envolvidos.
Os conflitos quando de natureza comportamental podem ser gerenciados através de integração da equipe, um momento onde a figura do gerente de projetos é novamente solicitada, pois quando integrada adequadamente, a equipe do projeto aumentará sua capacidade em lidar com qualquer tipo de conflito.
Além disso, os conflitos podem ser devido a frustrações quanto a expectativas pessoais, profissionais ou relacionadas ao trabalho realizado e se não bem administrados podem surgir pelas diferenças de personalidades, já que envolvem mais que uma pessoa, os mais variados fatores geradores, e em outro nível há o conflito entre grupos.

Conclusão

O gestor que bem administra os conflitos durante o processo de trabalho, está com as suas competências e de sua equipe bem definida pois alimenta a criatividade, a inovação e iniciativa rumo ao alcance dos resultados a atingir.
Portanto os gestores se tornam auto-suficientes e conseguem evitar os conflitos por administrá-los de maneira assertiva, direta, com delegação de responsabilidades.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Giovanna

Depois de horas gostosas ao lado da minha princesinha,a deixei em casa agora. Entre banho,papinhas, suquinhos,balanço, gargalhadas músicas infantis.Ninar aconchegar e amar.... Me resta esperar nossos novos encontros.Para ela se lembrar um pouco do saborzinho da comidinha da vovó levou alguns potinhos de papinhas para congelar.Minha menina me pira! Vovó já tá no preparo da sua festinha de 1 aninho! Tenho muito o que agradecer à Deus pela dádiva de ser avó! É um privilégio enorme perceber que aquela criaturinha me ama. E mediante tantos rostos que ela olha no mesmo momento ,escolhe o meu ,para se aconchegar e em meu colo ficar.Te amo Giovanna!

Ser avó

É dar Carinho, beijos, abraços, dedicação e muito mimo são o que nós avós disponibilizamos para os netinhos.Este sentimento é difícil de explicar ou descrever e impossível de quantificar. A única coisa na qual sabemos é que as avós são fundamentais e inesquecíveis na vida de qualquer neto.
Quando soube que ia ser avó senti um impacto emocional muito forte,é uma felicidade que não cabe dentro da gente! Muito gostoso de se sentir! Te amo minha Giovanna!